Melhorar as condições de vida da população do meu estado e do Brasil - foi com essa missão que dediquei boa parte da minha vida a cuidar das pessoas.

Cuidar das pessoas, mais que uma vocação que me levou à medicina, é o meu dever.

Meu nome é Osmar Terra, nasci em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em 18 de fevereiro de 1950. Sou médico, com mestrado em Neurociência, ex-prefeito, ex-deputado federal, ex-secretário de Saúde do Rio Grande do Sul e ex-ministro do Desenvolvimento Social. A maior parte da vida foi na atividade pública.

Melhorar as condições de vida da população do meu estado e do Brasil – foi com essa missão que dediquei boa parte da minha vida a cuidar das pessoas. A formação em medicina foi o primeiro passo nesse caminho. Mas era preciso fazer mais. A política foi o instrumento que encontrei para enfrentar os problemas e lutar por uma sociedade melhor.

Como ministro do Desenvolvimento Social, trabalhei para fortalecer os programas sociais, como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada. Promovemos reajuste, ampliamos a fiscalização e o controle, enfrentando irregularidades para garantir que o dinheiro chegue a quem realmente precisa. Com esse aperfeiçoamento na gestão conseguimos zerar a fila de espera do Bolsa Família. Hoje, quem precisa do benefício já começa a receber no mês seguinte à inscrição.

Mas somente transferir renda não tira as famílias da pobreza. Por isso, criamos ações como o Progredir, com objetivo de gerar emprego, capacitação profissional e estimular o empreendedorismo, dando oportunidades para que as pessoas construam um futuro melhor para suas famílias. Não basta dar o peixe, precisamos ensinar a pescar. Foi o que fizemos.

O Rio Grande do Sul e o Brasil começam a superar a mais séria crise socioeconômica da nossa história recente. Precisamos nos unir para que a recuperação e os avanços não parem.

Além de recuperar a economia, com geração de emprego, renda e novos investimentos, temos que nos esforçar para melhorar os serviços essenciais, como educação, saúde, segurança pública e transporte coletivo. Isso é o que guia o meu trabalho.

Cuidar das pessoas, mais que uma vocação que me levou à medicina, é o meu dever.

 

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Osmar Tera : Uma trajetória a serviço da sociedade

Em 1986, ano em que me filiei ao MDB, recebi minha primeira grande missão no serviço público, ao ser indicado superintendente do antigo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps), no Rio Grande do Sul. No cargo, fui um dos responsáveis pela implantação do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado e em todo o país.

Entre 1993 e 1996, fui prefeito de Santa Rosa, quando pude implantar políticas inovadoras nas áreas da saúde.  Na minha gestão, a cidade foi pioneira no Programa de Saúde da Família. Nosso trabalho serviu de exemplo para prefeitos de todo país na implantação do programa.

Também foi destaque nosso trabalho para a criação e fortalecimento de programas nas áreas da assistência social, educação, planejamento urbano, indústria e comércio e de apoio à atividade agrícola. Tudo com um só objetivo: o de impulsionar o crescimento econômico e social do município.

Como resultado dessa atuação, cheguei à Câmara Federal. Já estou no terceiro mandato como deputado federal. O último foi interrompido quando aceitei a missão de ser ministro do Desenvolvimento Social.

Depois de quase dois anos, deixei o ministério para reassumir meu mandato como deputado federal com a certeza de que cumpri com o propósito de aprimorar a gestão dos programas sociais, garantindo sua continuidade. Com o Progredir, garantimos às famílias mais pobres a oportunidade de dar um passo adiante com qualificação profissional, oportunidades de emprego e estimulando a vontade de empreender para terem seu próprio negócio. Não há dúvida de que isso permitirá que os milhões de brasileiros que dependiam somente dos benefícios sociais possam agora ter uma vida melhor.

 

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Fui um dos responsáveis pela implantação do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado do Rio Grande do Sul e em todo o país

Ainda há um enorme trabalho a ser feito...

O programa Criança Feliz, que leva acompanhamento e orientação até as casas das famílias para estimular o desenvolvimento das crianças, e a Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa, são outras realizações da nossa gestão. Juntas, essas ações estão contribuindo para que a população mais necessitada possa melhorar de vida.

Ainda há um enorme trabalho a ser feito na formulação de políticas públicas para apoiar as áreas de educação, saúde, habitação, segurança pública, transporte e setores essenciais à nossa economia, como atividade agrícola, o comércio, a indústria e os serviços. É por isso, e com a postura de quem sempre encarou a atividade pública como um compromisso social, que renovo minha disposição para continuar fazendo parte do processo de reconstrução do Brasil, por mais um mandato, como representante do povo gaúcho na Câmara dos Deputados.

Primeira Infância Melhor

Sempre defendi as políticas para a área de saúde, pois acredito que o setor é de extrema importância para melhorar a vida da nossa população. Desde que me formei em medicina, em 1974, luto para que a saúde seja uma prioridade.

Somente uma população saudável é capaz de levar um país ao pleno desenvolvimento, por isso, quando fui secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, de 2003 a 2010, criei o programa Primeira Infância Melhor (PIM). O projeto virou lei estadual e, há 15 anos, dá apoio às famílias com crianças de até seis anos e gestantes em situação de vulnerabilidade social.

Somente uma população saudável é capaz de levar um país ao pleno desenvolvimento.

Esse é o Brasil que queremos

Desde a sua criação, o PIM se desenvolve com a seguinte dinâmica: são feitas visitas na casa das famílias em situação de risco e vulnerabilidade social. Os monitores do programa orientam os pais sobre a melhor maneira de estimular o desenvolvimento emocional e da inteligência dos filhos, dando melhores condições de aprendizado para as crianças.

O programa se baseia em descobertas científicas da neurociência e em pressupostos de importantes psicólogos e pesquisadores.

 

Tenho muito orgulho de falar do PIM. Primeiro, por realmente acreditar que uma criança, desde a sua gestação, precisa de todo o acompanhamento possível para se desenvolver com toda sua capacidade. Ele também é uma forma do Estado conhecer sua população e suas necessidades, dando atenção àqueles que mais precisam eserão o futuro do Brasil.

Assim como faz o PIM, mais do que dar apoio a essas famílias, precisamos dar condições para o pleno desenvolvimento das capacidades físicas, intelectuais, sociais e emocionais do ser humano. Para mim, esse é o único caminho para uma sociedade justa, com cidadãos conscientes de seus direitos e deveres: esse é o Brasil que queremos.

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Precisamos enfrentar a epidemia de dependência química e de violência que atinge o Brasil

Quando fui secretário de saúde do Rio Grande do Sul pude ver de perto o surgimento e o crescimento acelerado da epidemia de dependência química que se espalha por todos os cantos. Não há rincão deste país onde o crack, por exemplo, não tenha feito vítimas. Além de um problema de saúde pública, essa epidemia é responsável pelo aumento da violência e da pobreza. Precisamos enfrentar esse problema. Tenho me dedicado a essa missão, tanto como deputado federal, como no período em que estive à frente do Ministério do Desenvolvimento Social.

O uso de drogas desagrega toda a família. Em geral, o dependente químico tem dificuldades para trabalhar ou mesmo não trabalha, não tem renda. É uma tragédia pessoal, humana e social. Nós temos que ter uma política para diminuir o número de pessoas nessa situação.

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